segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Meu Zahir ...

Um Livro MAravilhoso ... Que me fez entender o real sentido do Amor !

Segundo o escritor Jorge Luis Borges, a idéia do Zahir vem da tradição islâmica, e estima-se que surgiu em torno do século XVIII… “ #ZAHIR , em árabe, quer dizer visível, presente, incapaz de passar despercebido…” […] Algo ou alguém que, uma vez que entramos em contato, termina por ir ocupando pouco a pouco nosso pensamento… […] até não conseguirmos nos concentrar em mais nada… […] Isso pode ser considerado santidade, ou loucura. FAUBOURG SAINT –PÈRES. Enciclopédia do Fantástico, 1953. […] Mas o meu Zahir tem nome … no qual penso com carinho ou irritação, mas que continua crescendo em minha alma… […] Já não luto mais contra meu orgulho ferido, já não procuro mais ele em todas as esquinas… […] Ao contrário, estou satisfeita que ele simplesmente exista… […] Mostrou-me que sou capaz de um amor que eu mesma desconhecia, isso me deixa em estado de graça… […] Por isso aceito o Zahir, e deixo que ele me leve a santidade ou à loucura… […] Quando eu não tive nada a perder, eu recebi tudo… […] Quando deixei de ser quem era, encontrei a mim mesma… […] Quando conheci a humilhação, e mesmo assim continuei caminhando, entendi que era livre para escolher meu destino… […] Não sei se estou doente mas sei que posso viver sem ele, mas gostaria de encontrá-lo de novo… […] Para dizer nos seus olhos: Que eu o amo mais do que a mim mesma… […] Se eu puder dizer isso, então poderei seguir adante, em paz, porque este amor me redimiu… […] Toda esta situação é confusa pra mim: mais estou satisfeita por ter encontrado esse amor que me devora… […] O Zahir pulsa em tudo a minha volta… […] Eu queria rir, eu queria abraçá-lo, ou queria matá-lo… As emoções mudam com uma rapidez impressionante… […] Sempre que tenho um objetivo claro na minha frente, estou disposta a tudo para atingi-lo… […] E meu objetivo agora, é olhar mais uma vez nos olhos do meu Zahir. E no final das contas, como diz um sábio persa, o amor é uma doença da qual ninguém quer livrar-se… […] Quem foi atacado por ela não procura restabelecer-se, e quem sofre não deseja ser curado!

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